O problema
Brechó tem uma característica cruel que loja normal não tem: cada peça é única. Não existe "tem outro no estoque". Vendeu, acabou. Isso quebra qualquer solução de prateleira e transforma a operação num campo minado — dois clientes querendo a mesma blusa, um deles vai ficar bravo.
Somado a isso, o de sempre: o pedido chegava por mensagem, o frete era calculado no olho, o estoque morava na cabeça da dona e o financeiro só existia no fim do mês, quando dava.
O que foi feito
Peça única, estoque único
Quando vende, sai do ar. Sem promessa que não dá para cumprir, sem cliente frustrado, sem a dona tendo que pedir desculpa por algo que o sistema deveria ter evitado.
Pagamento e Correios resolvidos
Pagamento aprovado na hora e frete dos Correios calculado sozinho, pelo CEP, na tela do cliente. Ninguém precisa parar o dia para responder "quanto fica o frete pra minha cidade?".
Um cliente que volta
Programa de pontos — a cada real gasto o cliente junta pontos e troca por desconto. Brechó vive de recorrência: quem garimpa uma vez, garimpa de novo. E busca em todo o acervo, porque vitrine que não deixa procurar é vitrine que esconde.
SEO construído junto, não colado depois
É por isso que ela vende sem impulsionamento. A loja chegou ao topo do SEO local no segmento e o cliente chega sozinho. Anúncio pago seria uma muleta cara para um problema que não precisava existir.
Sob o capô
A vitrine é a parte fácil. O difícil é o que acontece atrás dela:
- Integrações complexas ligando compra, gestão de estoque, vendas, financeiro, PDV, Correios e bancos — todos falando a mesma língua.
- PDV e loja no mesmo estoque: vendeu no balcão, sumiu do site; vendeu no site, sumiu do balcão. Sem ninguém redigitar pedido de um lado para o outro.
- Financeiro que fecha porque a venda nasce nele, não é lançada depois de memória.
- Integração de pagamento e cálculo de frete dos Correios nativos no fluxo de compra.
- SEO local tratado como requisito de arquitetura desde o primeiro commit.
O resultado dessa costura toda é o número que importa: a loja se paga desde o primeiro mês. Não é site bonito — é ferramenta que dá lucro.

